
Ir.Maria da Graça H.Sales |
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Falece Ir M Judite Lauer, uma das testemunhas da história de Schoenstatt no Brasil. |
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Em 22 de maio, em Santa Maria/RS, faleceu Ir M Judite Lauer, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt. Ir M Judite era conhecida de muitos peregrinos, como também da Família de Schoenstatt de Santa Maria, pelos seus testemunhos e experiências com nosso Pai e Fundador, nas suas visitas ao Brasil.
Natural de Rio Negro/PR, onde nasceu há quase noventa anos, Ir M Judite ingressou comunidade das Irmãs de Maria no ano de 1946, trazendo como bagagem uma sólida formação religiosa de sua família e do colégio das Irmãs da Divina Providência, onde estudou e mais tarde passou a atuar como professora.Sempre mais nos últimos anos, o Santuário Tabor e seus arredores tem sido o objetivo de centenas de peregrinos que vêm seguir os passos dos Servos de Deus Pe. José Kentenich e Diácono João Pozzobon. Nestas vivências, são preciosos os testemunhos daqueles que conheceram e atuaram com o Fundador do Movimento de Schoenstatt e com o iniciador da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Por isso, a notícia do falecimento da Ir M Judite Lauer tocou não somente a sua comunidade e o Movimento de Schoenstatt de Santa Maria, mas todas as pessoas que, nas peregrinações e nas celebrações jubilares junto ao Santuário Tabor, foram presenteadas com seus testemunhos e relatos. Como se expressou um casal da Obra de Famílias, ao tomar conhecimento de sua morte: “Ela era como que a ‘história viva’ de Schoenstatt, da vida e dos ensinamentos do nosso Pai em terras brasileiras.” |
É conhecido o fato de que, como jovem noviça, foi receber nosso Pai e Fundador na estação ferroviária, no dia 18 de março de 1947, na sua primeira visita a Santa Maria. Nesta oportunidade, ela o acolheu com palavras de boas vindas em nome das jovens irmãs brasileiras, pois sendo de origem alemã, conhecia bem a língua de nosso Pai. Sobre este primeiro encontro Ir M.Judite escreveu: “Suas primeiras palavras: ‘A senhora fala alemão!’ foram ditas com tanta bondade que me cativaram. (...) A partir dali experimentei-o como um sacerdote paternal sumamente bondoso e singelo. Possuía uma extraordinária empatia e era capaz de resolver todos os problemas.” |
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