
Irmãs Adoradoras |
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Prezados Membros do Círculo Externo de Adoração! |
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Neste mês de maio, mês de Maria, acompanhamos a beatificação do Papa João Paulo II. Sua pessoa e seu carisma marcaram a Igreja durante mais de 25 anos e contribuíram para a renovação espiritual de muitas pessoas, que entraram em contato com ele diretamente ou através dos seus escritos. Recebemos dele uma riqueza espiritual imensa que nos aproximou mais de Cristo e de Maria. Afoto ao lado vemos João Paulo II em oração, por ocasião de sua visita ao Santuário Cor Ecclesiae, em Roma, no dia 29 de dezembro de 2000. Seu amor a Maria o impulsionou a visitar muitos santuários marianos no mundo. Como círculo externo de adoração, sentimos uma proximidade espiritual deste Papa, pois no Santuário de Schoenstatt, junto à Mãe, Rainha e Vencedora, temos a fonte de graças e de forças para vivermos nossa fé no mundo atual. |
Este Santuário de Roma não foi o único Santuário de Schoenstatt a ser visitado por ele. Durante sua viagem à Polônia, no ano de 1991, abençoou o Santuário em Koszalin na firme fé, que a partir deste lugar a Mãe de Deus iria distribuir graças a todos que alí chegassem. Assim como o Padre Kentenich confiou toda a sua vida e obra às mãos de Maria e viveu da Aliança de Amor com ela, também Karol Wojtyla nunca deixou de olhar para Maria e aproveitar “momentos solenes ou encontros pessoais, visitas a santuários internacionais ou a pequenas grutas para renovar sua ‘consagração a Cristo pelas mãos de Maria’ (RMa 48), como meio eficaz para viver fielmente seus compromissos” (Dom Murilo S.R. Krieger, 2003). |
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Totus Tuus, todo teu, Maria No dia 17 de outubro de 1978, poucas horas depois de ter sido eleito Papa, João Paulo II dirigiu-se ao mundo e confiou seu Pontificado à Mãe de Jesus com as palavras: “Nesta hora, marcada para nós pela surpresa e responsabilidade, não podemos deixar de voltar, com filial devoção, nosso olhar para a Virgem Maria [...], repetindo as palavras comovedoras totus tuus (todo teu), que há vinte anos gravamos em nosso coração e em nossas almas, no dia da ordenação episcopal” (in Dom Murilo S.R. Krieger, 2003). Mais tarde, numa entrevista publicada no livro ‘Cruzando o Limiar da Esperança’, ele explica: “Totus Tuus. Esta fórmula não tem apenas um caráter pietista, não é uma simples expressão de devoção: é algo mais. A orientação para semelhante devoção se afirmou em mim no período em que, durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhava como operário numa fábrica. Num primeiro momento, achei que devia afastar-me da devoção mariana da infância, em favor do cristocentrismo. Graças a São Luiz Grignon de Montfort, compreendi que a verdadeira devoção à Mãe de Deus é, ao contrário, cristocêntrica (...). No que diz respeito à devoção mariana, cada um de nós deve ter claro que não se trata só de uma necessidade do coração, de uma inclinação sentimental, mas que corresponde também à verdade objetiva sobre a Mãe de Deus. Maria é a nova Eva, que Deus põe diante do novo Adão-Cristo, a começar pela Anunciação, através da noite do nascimento em Belém, o convite nupcial em Caná da Galiléia, a cruz sobre o Gólgota, até o cenáculo do Pentecostes, a Mãe de Cristo Redentor é a Mãe da Igreja.” (Cruzando o Limiar da Esperança, p.195) Papa João Paulo II confiou sua vida à Mãe de Deus. Redescobriu uma “nova piedade mariana”, uma “forma madura de devoção à Mãe de Deus”, que se expressa nos documentos publicados durante seu pontificado. Ao ser atingido por uma bala, no dia 13 de maio de 1981, acreditou na proteção da Mãe de Deus. No ano seguinte peregrinou a Fátima para lhe agradecer. No dia 25 de março de 1984, consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria, na Praça de S. Pedro e, no dia 8 de outubro de 2000, consagrou a Nossa Senhora o novo milênio, na presença dos bispos do mundo inteiro. No fim de sua vida, estimulou-nos a contemplar Cristo “na escola de Maria”. |
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“Não é necessário um conhecimento extraordinário do mundo e dos homens para ver que nosso tempo com todo o seu progresso e suas múltiplas descobertas, não consegue libertar o homem do vazio interior. Toda a sua atenção e atividade têm por objeto exclusivamente o mundo exterior. (...) Porém, apesar de tudo, há um mundo sempre antigo e sempre novo, que permanece ignorado e desconhecido: nosso próprio mundo interior.” (J.K. 27/10/1912) Padre Kentenich estimulou os jovens a avançarem na conquista do seu mundo interior, com o auxílio e sob a proteção de Maria, a grande Mãe e Educadora. Os jovens sentiram-se tocados e acolheram esta proposta com entusiasmo. A pessoa da Mãe de Deus penetrou mais profundamente em seus corações como grande Educadora, capaz de os transformar e conduzir a Cristo. |
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Por Maria a Jesus – Sou teu
Eu amo os que me amam
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Mãe, acende a luz Aconteceu há alguns anos na América do Norte, onde ainda existem grandes florestas. Um caminhante solitário perdera-se e não ignorava a que perigos estava exposto. De seu coração crente eleva-se constantemente o pedido: Mãe, envia-me luz para que eu encontre o caminho! |
Resposta da criança: A senhora que vi em sonhos pediu-me que acendesse a luz! A mãe diz à criança: Volta-te para o outro lado e dorme! Pouco tempo depois, a criança desperta novamente a mãe e repete as palavras: A senhora que eu vi pediu-me que acendesse a luz. Outra vez, a mãe pede: Agora dorme! Quando a cena se repete pela terceira vez, a mãe cede para se livrar dos pedidos da criança. Acende a luz e a deixa acesa algum tempo. Não demora muito, batem à porta. Quem era? O caminhante solitário que se encontrava em perigo de vida! “Mãe, acende a luz! É este o grande pedido que também nós... dirigimos hoje, em vosso nome, à Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt: Mãe, acende a luz! Conserva em todos nós a luz da fé, tu que és chamada Mãe dos fieis(...). |
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