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membros deste instituto secular abraçam o ideal dos conselhos evangélicos,
vivem sempre no meio do mundo e exercem sua profissão que é,
ao mesmo tempo, sua forma de apostolado. A seu modo elas querem ser alma de
um movimento feminino em que, a exemplo da Mãe de Deus, procuram encarnar
a feminilidade de acordo com a vontade de Deus, santificar a profissão
laical e colaborar com as tarefas apostólicas da Igreja, no meio do
mundo.
O instituto foi constituído em 1946 e desde 1977 goza o reconhecimento pontifício como instituto secular.
(Fonte: Engelbert Monnerjahn, Schoenstatt. Uma Introdução, Secretariado Padre José Kentenich, 1993, 17)